“Don’t sit there mumbling
Talkin’ trash
If you want to have a ball,
You got to go out and spend some cash
And let the good times roll now,
I’m talkin’ ’bout the good times,”

Banda. Sopro. Swing. Voz.

[É interessante como a vontade de escrever é independente de qualquer assunto. Eu poderia falar do "auto de infração", mas até tinha esquecido de falar sobre isso... Eu poderia falar da minha vontade de ir agora dormir ou de ter um ar condicionado no quarto (beem forte). Eu também poderia falar que talvez eu vá ir para o quarto em que há A/C só pq eu estou derretendo aqui. Mas eu não vou dizer nada disso; não importa.]

Por que importaria aquilo que incomoda? Esqueçamos disso.

“I tell y’all I’m gonna let the good times roll now,”

“Oh, get yourself under control, woah, and let the good times roll.”

“Don’t you know you fool
You never can win!”

É Natal, ou quase-natal. É a época de fim de ano. Férias. Comemorações. Lembranças. Esquecimentos. Planos. Ano Novos. Tantos anos velhos. Aniversários. (Aniversário.) Presentes. Estrelas. Noites. Quentes. Dezembro. Semestre. Tribunal de Justiça. Sono. Cansaço. Sorrisos. Razão de sorrir.

“Cause I’ve got you
under my skin.”

Domingo. 22h. Professor envia uma mensagem a um aluno avisando que outro aluno deverá fazer a provas as 8h do dia seguinte.
Segunda. 10h. O aluno que deveria fazer a prova acorda e fica sabendo que deveria ter feito a prova. Ele acaba fazendo-a de noite com outros dois alunos deste professor que realmente acredita no poder da internet.
Tanto faz.

Sabe, hoje eu não estou com sono. Posso até falar que estou cansado, pois quem não está?
eu estou com saudade do meu céu, mas hoje, graças à luz dela, pude ir um pouco melhor no que poderia ter ido tão mal…. é ainda o mesmo papo do professor louco que sabe tudo de internet. Reza a lenda que ele ameaçou um aluno de processá-lo, pois ele tinha feito um blog com poemas sobre o professor. Não é lenda. fato. Eu só não digo o nome do professor para que ele não me ameace também… sabe como é, esse pessoalzinho mais-ou-menos do direito que gosta de processar tudo e todos por tudo e nada. Tá, parei, sou um pouco assim!

E como estou com vontade de passar a noite acordado (bom, preferia estar olhando minha flor descansar durante esse tempo), vou escrever. Talvez eu não escreva muito. Talvez simplesmente pelo fato de eu justificar que eu vá escrever algo.

Mas o estágio me enche o saco, que coisa! Matéria repetitiva e matéria repetitiva; meio como eu.

Esse ano, pra mim, teve muito cara de Queen: um pouco de “I want to break free”; muito de “Under pressure”; e um tanto mais de “Love of my Life”.

É, eu estava certo, não escrevi nada demais. Quero férias… mas com o dinheiro do estágio (ou mais)!

Peço que não me entenda se não quiser.
Peço que me entenda se quiser.
Só digo mais, sou eu.

A infinitude de palavras que poderia utilizar para mostrar que tudo que eu quero é seguir o meu caminho da minha forma é, em verdade, finita. Não há muitas palavras no dicionário que caracterizem o seguir da vida, mas a palavra que deveria ser mais presente em nossas mentes ao refletir sobre a vida é aprender. É sempre assim.

Eu aprendi a chorar quando nasci. Até hoje a palmada é o primeiro contato que temos com a vida.
A segunda coisa que aprendi foi a comer e a pedir comida.
E foi então que eu conheci o individual. Foi, na verdade, com o contato que eu aprendi onde que eu acabava e onde o outro começava (and all in between). E é através dessa cognição do individual (a noção de que eu sou um e cada um dos que vivem ao meu redor são outros em suas próprias individualidades) que pude conhecer o amor pela primeira vez. [Entenda bem o processo: conheci minha individualidade e a individualidade alheia e, assim, entendendo as aglomerações, aprendi o amor]
Eu já sabia chorar, comer, pedir comida, reconhecer e amar. Eu estava pronto para a vida nesse mundo gigante… porém, vieram os primeiros problemas: tentar caminhar sozinho, tentar comer sozinho, tive que aprender a descomer também (e mais tarde, fazer isso sozinho também: tanto o número um como o número dois). Ah, e foi aí que eu aprendi uma outra liçãozinha, quase esquecida, que é “chorar não leva a nada”.
É engraçado como eu compreendi isso. Meu primeiro aprendizado na Terra foi o choro. E a princípio, chorar me dava tudo que eu queria, mas, posteriormente, eu vi que chorar não fazia nada. Foi uma lição e tanta para um gurizinho de poucos e tantos anos… [talvez por isso voltemos a chorar quando já grandes - é porque esquecemos dessa lição vetusta. =P]
Bom, até aí o que eu vejo irá se repetir inúmeras vezes: eu aprendi a fazer uma coisa e, mais tarde, tentei fazer sozinho. Mas tem uma coisa que é ainda maior que tudo isso, e, talvez por isso, seja mais difícil: viver.

Desde sempre vivemos, mas nunca aprendemos a viver de uma forma tão certa, tão profissional, tão de um vivente, para que possamos viver independentes.
Eu sei comer sozinho, sei descomer sozinho, sei me limpar, sei aprender outras tantas coisas… como todos vocês. Mas a gente nunca vai saber tudo de tudo isso para que possamos dizer: pronto, agora eu faço sozinho.
É por isso que o viver é o aprendizado: não podemos viver sozinhos. E eu quero aprender, da minha forma!
E também não amamos sozinhos. Eu quero amar, da minha forma!

Eu só queria, por um segundo, que todo mundo entendesse que ninguém sabe de nada e que todos os caminhos estão certos.
Quem dera isso fosse lido por quem nunca lerá!

Se o controle de constitucionalidade é difuso no Brasil, e a eficácia é inter partes da sentença que assim o declara, o juiz pode o fazer de ofício?

Rolko_

  • @angelicafeijo , um aniversário ao melhor estilo "Feijó e Kochem". :D 1 hour ago
  • estágio se encerrando... e somente hipóteses para o futuro próximo :( 1 hour ago
  • calor! 2 days ago
  • notícias da greve da ETE: "a matriz também parou"... e tmb Novo Hamburgo e outras. ("empresa de trabalho escravo" - diz o coordenador) 4 days ago
  • 'quem sabe faz a hora, não espera acontecer' (vou lá ler...) 4 days ago
  • (que tri... "caminhando e cantando e seguindo a canção...". No carro do sindicato toca #pranaodizerquefaleideflores ) 4 days ago
  • ah, eles estão reinvindicando o "vale alimentação" que está atrasado, ou algo do tipo.... (agora com música!).) 4 days ago
  • (na frente de casa, ops, da Oi (CRT), tem uma greve. Um dos caras pegou o microfone: "futebol, 14 horas na praça então!"... 4 days ago
  • @angelicafeijo ... 7! mas dia 20 a gente comemora outros 9! 4 days ago
  • @angelicafeijo... cada vez mais... 6 days ago