05.07.2009

5 Julho, 2009

2 sorrisos de bobo = 2 bobos felizes!

Promoção.

29 Junho, 2009

e pramocinha! (ha-ha)

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(Lancei os dados só)

Um presente!

29 Junho, 2009

Hoje me veio a vontade de escrever:
em meio a um turbilhão de outras coisas, as quais deveria dar prioridade, achei esses poucos minutos do meu tempo para colocar todas essas palavras que aqui vou colocando, mesmo sem procurar ter um sentido em mente – um objetivo ou um assunto, vou escrevendo para que as palavras não me sufoquem (em uma rebelião por não terem sido utilizadas). Ha, assim falo escrevo como se fosse necessário que o fizesse, como se tivesse uma real necessidade de pôr as letras uma após a outra formando senteças, mas não é assim: só é uma vontade que tenho – de tempos em tempos – de escrever aquilo que me vier. Non-sense. at all. Ou talvez tenha sentido demais.

Fim de semestre, fim de etapas.
Os que virão serão ainda melhores, mais perfeitos – eu sei. As  que virão também.

Quero pensar logo sobre os momentos que terei a seguir. Quero pensar sobre todos os momentos em que  eu poderei escolher o que terei como momento. Quero, ainda, ter em minha mente – gravado – que não escolherei sozinho o que do momento eu farei. Porque não será o momento de ser, mas o momento de sermos. E eu tenho certeza que será uma boa mudança, como tem sido até agora…
Engraçado. Reli o que acabei de escrever e me pareceu que era um texto de quem se prepara para a aposentadoria… talvez tenha usado aqui as palavras que não eram corretas, talvez o que realmente eu queira falar não seja possível de ser escrito aqui… talvez aquilo que eu tenho vontade de gritar aos quatro cantos do mundo, de enviar em cartas pelos ventos, de desenhar sob a luz do sol e de
dançar sob a lua não sejam enfim palavras ou gestos: podem ser mais; é possível! é certo, pois o que eu quero expressar não quero que seja para ninguém mais, a não ser nós, de formas que transbordam, ainda sim, essa característica só nossa.
Em resumo, quero nos dar de presente o TODO.

Ei-lo.

Parágrafo Único

19 Junho, 2009

Sextas-feiras são os dias mais estranhos da semana. Confesso que algum tempo atrás eu achava que era um dos melhores dias da semana, representava o término da semana, o começo do “descanso”, ou sei eu: representava o início de uma paz. E era assim desde o início da manhã, ou melhor: sentia-me assim desde o início da manhã. Mas agora já não sei mais o que a sexta-feira me representa – estranhamente o dia me traz uma retrospectiva. Estranho mesmo [e por isso repito tanto], mas toda sexta-feira me parece agora um fim de ano. E toda sexta-feira, portanto, me faz querer ver as próximas segundas-feiras (seriam os novos anos?), quando poderei colocar os planos a funcionar. E vivo de pulos de sextas para segundas.

Riscos bobos (1)

17 Junho, 2009

Me ilumina o dia
caso me recomende um sorriso;

Me faz assistir a chuva
se  me diz não sorrir.

São tuas fazes e faces,
é o teu dia-a-dia.

Já não é só teu,
é também meu.
E eu ali vou estar
quando ali (de mim) tu precisar
que alguém esteja pra amparar.

Mais uns riscos aqui,
que nem são poemas…
são pensamentos e desejos
(todos eles bons)
(e para ti).

17 Junho, 2009

“Se o poeta falar num gato, numa flor,
num vento que anda por descampados e desvios
e nunca chegou à cidade…
se falar numa esquina mal e mal iluminada…
numa antiga sacada… num jogo de dominó…
se falar naqueles obedientes soldadinhos de chumbo que morriam de verdade…
se falar na mão decepada no meio de uma escada
de caracol…
Se não falar nada em nada
e disser sempre tralalá… Que importa?
Todos os poemas são de amor!

Mario Quintana

A: If i told you things i did before
told you how i used to be
would you go along with someone like me
if you knew my story word for word
had all of my history
would you go along with someone like me

B: i did before and had my share
it didn’t lead nowhere
i would go along with someone like you
it doesn’t matter what you did
who you were hanging with
we could stick around and see this night through

Young Folks – Peter, Bjorn and John.

Falta

6 Junho, 2009

“Saudade é o que faz as coisas pararem no tempo”
Mário Quintana

 

A gente pára no tempo a cada despedida.
Não há quando eu não sinta a falta, pois já é uma parte de mim.

“Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.”
Clarice Lispector

 

É isso. Já é uma grande parte de mim, mas quero perder-me em nós
Quando estamos longe, falta-me nós.

3 Junho, 2009

Eu quero te ver com aquele sorriso de boba, com um olhar de felicidade me perguntando que sorriso é esse estampado no meu rosto, pra eu poder responder que é o mesmo sorriso que o teu! O mesmo que o teu!

Oh yeah!

2 Junho, 2009

“Oh Boy”, ela diria.

 

Engraçado como tudo muda, TUDO! 
Desde à administração desse blog, que hoje em dia tem posts pessoais e quase reais.
Até mesmo mudou a visão das coisas desse ser humano que escreve aqui nessa página.
TUDO mudou, ou talvez nada tenha mudado exceto a visão que eu tenho das coisas… E há uma grande diferença entre mudar o tipo de visão que eu tenho das coisas ou todas as coisas. Afinal, “o ponto de vista NADA MAIS É do que a vista de um ponto”… nada mais… só!
E por que devemos acreditar nos pontos de vista?
Assim ó, o mundo das ações é um prisma e tudo que nós vemos é uma das facetas desse prisma. Eu vejo assim, tu vê diferente… cada um vê uma face, ou melhor – bem menos que isso – nós vemos um ponto dessa face, um pixel.  
Não sei como eu cheguei a esse devaneio… não tem nada do que eu realmente queria expressar aqui: felicidade.

E é engraçado notar essa minha felicidade. Quer dizer, eu noto que estou bem mais feliz, até mesmo eu estou mais sociável (engraçado), quem sabe até mesmo mais seguro? não sei… talvez seja demais para mim que eu especule sobre isso. Não sei! Só sei que estou bem, porque é sempre perfeito os momentos em que estou melhor! (Uma pessoa pode fazer tanta diferença nos momentos… tu não sabe o quanto! Pode deixar o momento tão perfeito, único, real, meu momento!) Pois bem, voltando ao ponto do meu devaneio (háaaa, como se em algum dia houvesse um verdadeiro ponto num devaneio!!): eu vejo que estou feliz e é uma felicidade diferente de toda a pseudo-felicidade-eufórica-massificada da sociedade [sim, eu gosto de inventar palavras compostas (são elas palavras compostas mesmo ou se dá outro nome para esse tipo de palavras-estranhas?)].
E outra coisa engraçada de saber é que outras pessoas também notaram essa felicidade e, como diria um amigo meu, “todo mundo sabe” (ou ele disse suspeita? ou acha? ou pensa?…) 
- é engraçado porque na verdade essas pessoas não sabem. Só quem sabe é quem nesse momento está feliz e faz os sorrisos de bobo! Eu sou uma dessas pessoas de sorriso bobo e cara de feliz.