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É o quarto texto-post na mesma noite… Exatamente quando estou sem internet!
Ainda não sei se vou postá-los todos juntos, ou em dias subseqüentes… Nem sei se as palavras que uso estão bem empregadas, mas caso não estejam, QUE ELAS SE DIRIJAM À FILA DE BOLSA DESEMPREGO.
Caso eu não publique esse texto, que as palavras me perdoem. Caso o faça, que sejam os recebedores de minha súplica os leitores: perdoem-me. E se o texto não tiver sido finalizado, uma pena todas essas letras em vão…
Uma ótima noite, hoje, para escrever…
Embora não tenha hoje tanto “engenho e arte”* como gostaria de ter para continuar meus contos/romances que nunca saem de poucas páginas, nem possa invocar as “Tágides”*, visto que estão longe demais de mim, peço apenas o perdão do leitor que se esforça para vir até aqui tomar um parecer sobre um aspirante à escritor-leitor-músico-…
[* - indica Lusíadas - Camões - Vestibular ainda na minha cabeça]
Sobre a arte de falar nada, somente Jerry Seinfeld é capaz de ter primor. Primor esse que eu tento alcançar certas vezes. Não pelo prazer ínfimo de ser prolixo e vazio no mesmo paradoxo [me puxei para tentar ser paradoxal... xD], mas pelo prazer da utilização das palavras. Por ser tão legal construir pensamentos, linhas de raciocínio, interligar as palavras… por isso!
[!]
E quem diz que não é bom ler? Ou escrever? São os cegos que não querem ver!
O que é mais intrigante são aqueles que lêem pilhas e pilhas de livros e não suportam escrever algumas poucas palavras. [e eu é que sou o paradoxal?!]
Bom, nada mais importa nessa hora.

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Ouvi, enquanto escrevia os últimos 4 textos: Radiohead, The Strokes, Scorpions e The Magic Numbers*. [*Destaque dessa banda para aqueles que gostam de qualquer estilo de música, é muito boa! Talvez eu coloque aqui um link de uma música deles, ainda não sei... estou sem internet!]

E música, o que tem de bom?
No ano de 2007 conheci um outro lado da música que eu ignorava.

Quem me conhece deve saber um pouco da minha história com o que eu ouço.

[1º]Ouvia tudo que chegava aos meus ouvidos.
[2º]Virei fã dos Mamonas Assassinas (banda brasileira de comédia), ATÉ HOJE A MELHOR.
[3º]Depois que os Mamonas morreram, me restou a rádio, o que me levou ao pop. Ouvia de tudo, não conhecia nada. Mas então surgiu o violão, e minhas aulas, que me levaram ao 4º item.
[4º]Legião Urbana – a inesquecível. E então conheci a música. Comecei a ouvir mais Beatles… e também me viciei em Linkin Park (apenas uma fase).
[5º]Acabei me deixando levar por alguns clássicos do rock (por pouco tempo) e fui rapidamente chamado para o metal. As favoritas: Blind Guardian, Nigthwish e Angra.
[6º]Voltei para ouvir o bom som de Led Zeppelin e afins.
[7º]Fiquei sem ouvir muitas coisas, até que me foram indicando bandas desconhecidas boas.
[8º]Voltei a ouvir de tudo, comecei a assimilar o que ouço. Tenho um leque de bandas que hoje gosto de ouvir. Algumas são mais elétricas, outras são mais calmas… Desde Radiohead, Alanis Morissete, Rilo Kiley à Rooney, Racounters, The Cure e etc…
Ouço o que me empurrarem, descobri que o bom é conhecer. Hoje sou contra qualquer pré-conteitualização (ou preconceitualização) musical, exceto (claro ) ao pagode!! Isso não consigo ouvir, só quando sou obrigado.
E pra ti que leu até o fim essa babozeira e é uma pessoa com viseiras de cavalo musicais, digo-te: Deixa de bobagem. Larga tudo isso e começa batendo o pé, marcando o tempo. Não importa a batida… todas tem um pequeno tesouro escondido.

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Pode parecer conselhos toscos, ou sei lá… Mas como foi dito em posts anteriores: “Chega de travas, pois as travas são as trevas. Destruamos os muros de Berlim que nos cercam.”

Vontade de escrever, me veio! O que me faltava era tempo e um empurrãozinho da falta de estresse.
Não sei quando irei publicar o texto no blog, mas digo desde já que o escrevi junto com o anterior. [Saem-me assim hoje, um após o outro]
Livros e mais livros. Enfim tenho tempo para lê-los, mas a vontade às vezes me escapa, mas toco a procurá-la nas boas obras. [hahahaeh, como estou literário... ¬¬] Como no último livro que li, foi A menina que roubava livros, não me recordo o autor com certeza, mas acho que foi Marcus Kuzac ou algo do gênero. Bah, um baita livro.
Além de mostrar a morte de um jeito bem diferente do costumal (para quem leu pode ficar mais fácil de entender), pois ela não é a verdadeira ceifadora de almas, ela é um fruto de uma conseqüência humana. É sem vontade própria, ou melhor: essa é controlada pelo “protocolo”. Pois bem, ALÉM DISSO, o livro mostra um amor tamanho pelas palavras, o qual me indentifiquei. Mas não só isso me deixou mais fã desse livro, outro fator foi a existência de várias citações de nomes de obras que me pareceram bem interessantes.
Não sei quanto a outros leitores do livro, mas deu-me uma vontade imensa de ler os que eram citados no decorrer da história [ou seria estória? Uma vez me disseram que a palavra com "e" havia caído em desuso].
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Bom, eu não sou dono das palavras, nem entendo de todas obras.
Não sei se me fiz entender, mas também não quero cair no erro de parecer ridículo. Eu sou só um ser humano dotado de vontade e um pouco de prática (quero-a cada vez mais!!!).

“Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito” (Liesel Meminger – A menina que roubava livros, Marcus Zusak)

Eis o que acontece com o tempo: passa!
E o que era mas já não é: passa!
O que se foi e se perdeu: passa!
Só não passa o que guardamos e aguardamos
as colheitas de um vida ou de um ano.
No meu caso, o que não passa é o que se colhe.
Plantai e dar-se-á.
Colhi; no vestibular: passei!

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Foi um ano e tanto para mim e para quem me acompanhou. Deixo aqui nesse bloco de notas perdido, esquecido e fétido [ah, como gosto dessa palavra!] minhas palavras para quem esteve comigo e para os que se mantiveram à distância também: obrigado, pessoal!
hehe
Pois eu, que não gosto de posts pessoais demais, quando escritos por mim, fiz mais um – que se torna uma exceção cada vez menos rara. Mas hoje pouco importa. E no amanhã também…
Que diferença fará para mim ou para qualquer resquício de leitor que eu coloque palavras minhas contidas ou não? E que não sejam só palavras, ou somente palavras sós. Que me venha o incontido e o ridículo, que nada mais importa nesse pedaço virtual de papel gasto e quase transparente.

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É, parece que por aqui as coisas estão mudando.
Está tudo bem, e aí? Beleza?
Duas coisas:
[1]Estou sem internet (no momento em que escrevo), por isso a acumulação de textos.
[2]Sobre a colheita: BIXO UFRGS DIREITO/ BIXO UFCSPA PSICOLOGIA/ BIXO PUCRS DIREITO. Vou cursar os dois primeiros indicados. (tentar)

“Quando as citações acabam e me faltam palavras, recorro à imitação de um último silêncio do poeta morto.” (Ronaldo Luiz Kochem)

Rolko_