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Cíntia, André e Maria estavam na casa de Kelly quando um pacote foi entregue. Cada criança tentou adivinhar o que havia dentro da caixa, mas apenas uma delas acertou. Usando as tentativas de adivinhação como dicas, você consegue descobrir o que havia dentro da caixa?

Cíntia disse “É um computador!”
André disse “Eu aposto que é uma pizza!”
Maria disse “Eu acho que é uma pintura ou um computador.”
Kelly disse “Tenho certeza de que é uma pintura.”

Nível fácil (Origem: Coquetel Desafio Cérebro nº 220 – Diretas).

 O idiota que gosta de escrever nunca desiste de escrever qualquer coisa. Não que essa postagem seja ‘qualquer coisa’, jamais… isso seria o mesmo que me chamar de idiota – não que não o seja, mas não completamente. Mas o ponto de tudo isso é o querer!

Se pelo menos todos pudessem olhar e compreender o que é que acontece quando passa (e tudo passa!), poderíamos ao menos todos conversar. E ainda que conversássemos sem que ouvíssemos a todos, falaríamos a todos. Mas para isso, seria necessário que todos entendessem o que ninguém entende.

É só o tempo, o recorrente tempo como assunto de meus textos. Só ele que passa.

Se hoje o que eu vi no aeroporto foi uma despedida, foi também uma apresentação: um olá à todos. É, foi um passo para que todos nós compreendessemos a importância de entender que tudo passa. Mas continua tudo assim: sem ninguém entender.

E no final, é só uma linguagem rebuscada e ridícula para dizer que tudo não passa de um passado.

Um desejo: escrever.
Mais um desejo: sucesso para aqueles que vão e para os que ficam.

Espera mais um pouco
não deixa tudo te levar
assim tão leve e fugaz-
mente; finge não olhar pra trás.
Ah, se tivesse me ouvido
o que eu disse antes e hoje
repito, que nada mais da vida duvido.
Nem mesmo aquilo que por mim
não foi vivido não posso
negar sem tentar encontrar
um pequeno sentido.
E vivo tentando justificar
o já – e nunca – ocorrido.

Não tenho tido tempo para devanear em textos ultimamente.

Rolko_