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Well I know my death will not come
‘Til I breathe all the air out my lungs
‘Til my final tune is sung
That all is fleeting
Yeah, but all is good
And my love is my whole being
And I’ve shared what I could
But if you give a little love, you can get a little love of your own
Don’t break his heart
Yeah if you give a little love, you can get a little love of your own
Don’t break his heartWell my heart is bigger than the earth
And though life is what gave it love first
Life is not all that it’s worth
‘Cause life is fleeting
Yeah, but I love you
And my love surrounds you like an ether
In everything that you do
But if you give a little love, you can get a little love of your own
Don’t break his heart
Yeah if you give a little love, you can get a little love of your own
Don’t break his heart
Yeah if you give a little love, you can get a little love of your own
Don’t break his heart
Yeah if you give a little love, you can get a little love of your own
Don’t break his heartWell if you are (what you love)
And you do (what you love)
I will always be the sun and moon to you
And if you share (with your heart)
Yeah, you give (with your heart)
What you share with the world is what it keeps of you
Acordei com essa música na cabeça. Perfeita.
Eu não sei. E preciso escrever pra ver se eu descubro…
pode ser que seja tosco, mas eu não tenho psicólogos ainda e quero falar um pouco sobre qualquer coisa, afinal… é assim que os psicólogos funcionam não é? quero dizer, eu não vi uma sessão de verdade ainda, mas parece que o paciente tem que ir falando até o inconsciente liberar informações escondidas que o psicólogo determina como relevantes e depois conclui alguma coisa com o paciente… mas eu vou tentar fazer isso sozinho… é só uma tentativa. Pra isso, vou ter que reler esse texto algumas vezes, eu sei… e vou acabar falando de coisas que não gosto de falar aqui… mas, como diz o título: C’est la vie.
Essa semana foi esquisita. Quer dizer, participar do ufrgsmun foi bem legal e cansativo. E essa não foi toda a semana, na faculdade vai ter eleição para o Centro Acadêmico e então as duas chapas opostas se odeiam e a faculdade parece um campo de batalha às vezes. Eu tentei não tomar partido, mas acabei me envolvendo com uma chapa – bacana, movimento estudantil -, mas às vezes eu olho as coisas e me assusto. Todo mundo tão perto e tão longe, os ataques pessoais são cada vez mais freqüentes entre os candidatos e dos dois lados eu ouço reclamações de agressividade moral. E eu ali, numa chapa, mas tentando não tomar partido… não quero, afinal… nem é política de verdade! Mas isso é um assunto pra conversar num bar… isso bares da minha vida! mas… mas… eu me mantenho neutro nesse assunto, só falando pra defender minha posição… só. Bizarro, eu sei!
Bah, e erros. Eu sei, todo mundo erra… mas é estranho ver o nosso próprio erro como uma bola de neve na nossa frente seguindo em frente enquanto tu não podes fazer nada para alcançá-lo e pará-lo. É assim mesmo, estúpido. Minha mente parece que vê as coisas de duas formas, ou tá tudo certo ou tudo errado e quando eu vejo que tá tudo errado eu me perco… e me perdi, eu sei… No livro que li mês passado, A espiã na casa do Amor (anaïs nin), tinha algo parecido com isso que eu tô entendendo em mim agora… algo do tipo: criar uma confusão para se proteger, uma confusão que pudesse a si próprio confundir. E agora parece tão claro, é isso que eu segui fazendo minha vida inteira, confundindo a mim mesmo.
Mas foi nessa semana que a confusão me fez eu me perder, porque eu vi tudo dando errado e a bola de neve estava acelerando em sua descida. E eu não estourei. Continuei me confundindo. não sei se é isso, deve ser…
É difícil para mim ter espontaneidade para falar de assuntos pessoais. Não sei, não gosto de exposição, o que se revela no fato de eu não gostar de escrever sobre mim, o que eu estou fazendo, em blogs ou sei lá mais o q… Mas é preciso. Não com todos, claro que não, mas com aqueles que confio e confiam em mim.
Como pude ser tão idiota? Levei dezenove anos e uma semana para conseguir entender isso, acho… que a idiotice que eu faço é criar carapaças e capas onde não é necessário. E é assim, é normal algumas coisas que eu sinto/vejo/penso… mas se eu não revelar, pelo menos um pouco, vou ficar guardando pra mim e tentando confundir tudo (pra ver tudo como tudo certo ou tudo errado, nunca normalmente) e um dia “vou estourar”. há. E vai ser tantos pedaços de mim para tantos lados que não haveriam mais lados pra quais ir… ou pedaços…
E c’est la vie…
Não vou querer isso e decidi mudar… Agora, de pronto. Mudei. Não vou mais me esconder em mim mesmo, ficar confundindo a todo mundo e a ninguém. Por que se as pessoas são o que são e não são outras coisas é porque devem aprender com que são e com seus feitos… pode parecer filosófico demais, mas não é… é só uma teoria das que eu tenho… mas uma das boas.
Um grande abraço, Rolko:
