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meta cumprida!
“Oh Boy”, ela diria.
Engraçado como tudo muda, TUDO!
Desde à administração desse blog, que hoje em dia tem posts pessoais e quase reais.
Até mesmo mudou a visão das coisas desse ser humano que escreve aqui nessa página.
TUDO mudou, ou talvez nada tenha mudado exceto a visão que eu tenho das coisas… E há uma grande diferença entre mudar o tipo de visão que eu tenho das coisas ou todas as coisas. Afinal, “o ponto de vista NADA MAIS É do que a vista de um ponto”… nada mais… só!
E por que devemos acreditar nos pontos de vista?
Assim ó, o mundo das ações é um prisma e tudo que nós vemos é uma das facetas desse prisma. Eu vejo assim, tu vê diferente… cada um vê uma face, ou melhor – bem menos que isso – nós vemos um ponto dessa face, um pixel.
Não sei como eu cheguei a esse devaneio… não tem nada do que eu realmente queria expressar aqui: felicidade.
E é engraçado notar essa minha felicidade. Quer dizer, eu noto que estou bem mais feliz, até mesmo eu estou mais sociável (engraçado), quem sabe até mesmo mais seguro? não sei… talvez seja demais para mim que eu especule sobre isso. Não sei! Só sei que estou bem, porque é sempre perfeito os momentos em que estou melhor! (Uma pessoa pode fazer tanta diferença nos momentos… tu não sabe o quanto! Pode deixar o momento tão perfeito, único, real, meu momento!) Pois bem, voltando ao ponto do meu devaneio (háaaa, como se em algum dia houvesse um verdadeiro ponto num devaneio!!): eu vejo que estou feliz e é uma felicidade diferente de toda a pseudo-felicidade-eufórica-massificada da sociedade [sim, eu gosto de inventar palavras compostas (são elas palavras compostas mesmo ou se dá outro nome para esse tipo de palavras-estranhas?)].
E outra coisa engraçada de saber é que outras pessoas também notaram essa felicidade e, como diria um amigo meu, “todo mundo sabe” (ou ele disse suspeita? ou acha? ou pensa?…) - é engraçado porque na verdade essas pessoas não sabem. Só quem sabe é quem nesse momento está feliz e faz os sorrisos de bobo! Eu sou uma dessas pessoas de sorriso bobo e cara de feliz.
Eu tenho essa característica de procurar o impossível às vezes… É uma coisa ruim quando isso acontece. É não, pode ser uma coisa ruim. O que eu sei é que é uma coisa diferente.
Não sei se é de propósito, acho que não – caso contrário eu saberia que o é -, mas eu tenho feito isso algumas vezes, como para me proteger. E daí eu procuro o impossível e mantenho o impossível como próximo e viável… e isso se chama utopia [acho], pois é inviável e distante. Mas eu gosto.
Daí eu penso, e se essa oportunidade impossível e distante estivesse mais viável e próxima, eu gostaria da oportunidade? Ela seria o que eu quero? E daí me confundo, pois já não sei se o que eu gosto é do desafio que o impossível me propõe ou da oportunidade em si.
É como gostar de uma pessoa sem vê-la. É utópico. É platônico.
Mas aí tem de haver um aprendizado, quero dizer, se eu gosto do impossível, inviável e distante, tenho que fazer com que eu note o que é possível, viável e próximo, para que na oportunidade real (não utópica) eu me sinta seguro. Aí eu aproveito a oportunidade e não fico imaginando o “perfeito distante e inviável”.
Tão aí duas metas para 2009: notar o próximo e viável e tentar aproximar o impossível das possibilidades reais.
Eu sei, metade disso parece não ter sentido pra ninguém, mas para mim parece. O que é o suficiente. E eu sei, às vezes tento deixar o texto prolixo demais para que não seja perceptível por todos o que eu quero expressar… Eu não sei a razão. Mas é assim, enevoando e dissipando névoas, que eu expresso as minhas maiores verdades.
“I’m child and man and child again”
“don’t say in a letter what you can’t in my ear”
Não tenho tido tempo para devanear em textos ultimamente.
